Biógrafo encontra provas que inocentam Michael Jackson e documentário pode ser cancelado

Prestes a completar dez anos de sua morte trágica e que comoveu o mundo, o cantor Michael Jackson foi envolvido em uma grande polêmica. É que um fantasma do passado, que tanto atrapalhou sua carreira, voltou. Dois homens, James Safechuck e Wade Robson, acusam o cantor de abuso sexual, e trouxeram o assunto de volta em um documentário chamado Deixando Neverland.


Acontece que a pesquisa ampla de um biógrafo pode colocar toda essa história por água abaixo. O responsável pelo livro Making Michael revela ter encontrado evidências suficientes para inocentar o astro do pop baseado em palavras dos dois que o acusam. Segundo ele, existem diversos documentos com contradições e inconsistência nas denúncias de abuso sexual de menores.



Em um dos depoimentos, a mãe de um dos rapazes alegou que os abusos começaram quando a família viajou para o Grand Caynon e que o filho ficou no rancho apenas com Michael. Em testemunho dado em 1993, no entanto, a mulher declarou que o filho estava com ela durante a ida ao Arizona.



Ele também contou que parte das acusações de James não podem ser verdades, já que em parte de seu depoimento ele diz que uma das vezes em que o ídolo abusou dele foi em uma estação de trem em Neverland. Documentos oficiais, no entanto, indicam que essa estação começou a ser construída em 1993 e só começou a funcionar em 1994. O acusador diz ter sofrido abusos entre 1988 e 1992.

FONTE: TV O FOCO

Categoria:Notícias

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