Família de Michael Jackson fará nova investigação para frear documentário

Os responsáveis pelo legado de Michael Jackson falaram novamente sobre as alegações das vítimas do documentário Deixando Neverland, dizendo que suas próprias investigações irão absover o falecido astro. 


John Branca, um dos co-executivos das propriedades do astro, criticou o filme e disse que embora existam desafios após a exibição do documentário, ele não acredita que o legado de Jackson ficará manchado para sempre. 


“As pessoas amam Michael. E com certeza, amam a música dele”. “Se a investigação for eficaz, o que eu acho que será, ao mostrar existe uma dúvida severa sobre o que pode ou não ter acontecido, as pessoas voltaram a se sentir confortáveis em dizer: ‘ok, eu gosto do Michael'”.


Quando a primeira parte do documentário foi ao ar, pela primeira vez, o longa dividiu opiniões a respeito dos testemunhos feitos por Wade Robson, 36, e James Safechuck, 41, que afirmam que Jackson abusou sexualmente deles quando eram crianças. 


Os filhos de Jackson estavam "discretamente investigando" Robson e Safechuck, enquanto eles seguem com os procedimentos legais.


"Tudo que eles querem é preservar o legado musical de seu pai", disse um representante à Page Six. “Eles acreditam que o documentário foi unilateral e que Robson e Safechuck fizeram inúmeras afirmações que não são verdadeiras."


Além disso, os filhos de Jackson acreditam que dinheiro arrecadado por eles não foi para uma instituição de caridade ou para promover algo positivo.


Esta semana, um advogado de Robson e Safechuck disse que os responsáveis pelas propriedades de Michael Jackson estava tentando desacreditar as denúncias por interesse financeiro.


"Os recentes comentários são apenas uma parcela da mesma coisa que vem sendo feita há anos, é o que protege a propriedade para que eles possam continuar lucrando com ela", disse o advogado Vince Finaldi.

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